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Volume 77 Número 3
Investigação
Melanomas malignos cutâneos tratados no Hospital do Câncer de São Paulo. Estudo retrospectivo para avaliação de distribuição, fatores prognósticos e sobrevida
Cutaneous malignant melanomas treated at the Hospital do Cancer in São Paulo. Retrospective study for the evaluation of distribution, prognostic factors and survival
MÔNICA SILVEIRA LAPA1, KEYLA FACCHIN GUEDES2, FÁBIA OPPIDO SCHALCH3, GILLES LANDMAN4
1Aluna do sexto ano de graduação em medicina da FUABC
2Residente de Clínica Médica da Faculdade de Medicina do ABC
3Aluna do quinto ano de graduação em medicina da FUABC
4Médico titular do serviço de anatomia patológica do Centro de Tratamento e Pesquisa do Hospital do Câncer e docente do departamento de Patologia da Faculdade de Medicina do ABC
Recebido em 26.01.1999. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 21.08.1999. * Trabalho realizado no Centro de Tratamento e Pesquisa do Hospital do Câncer de São Paulo e na Faculdade de Medicina do ABC
Correspondência:
Mônica Sliveira Lapa
Rua Ática 404 - Jardim Aeroporto
04634-041 - São Paulo - SP
Tel: 5031-7929 FAX: 5576-4499
"E-mail":molapa@hotmail.com
FUNDAMENTOS – A incidência de melanomas malignos vem aumentando gradativamente. A prevalência dessa doença em países pouco desenvolvidos é precariamente conhecida. O melanoma maligno corresponde no Brasil a 0,15% de todas as neoplasias malignas. O CTPHC é centro de referência para essa doença, o que permite o desenvolvimento de estudos retrospectivos dessa natureza. OBJETIVOS – Este estudo teve por objetivo avaliar o diagnóstico clínico, a prevalência e evolução de melanomas malignos em pacientes atendidos no CTPHC, em São Paulo. CASUÍSTICA – A pesquisa baseou-se em um levantamento retrospectivo de 115 prontuários de pacientes registrados no CTPHC entre janeiro de 1985 e abril de 1987. RESULTADOS – Prevaleceram mulheres brancas, na faixa etária de 40 a 69 anos. A maioria das neoplasias era nodular e com localização axial. Os critérios histopatológicos usados para a avaliação dos melanomas malignos foram os de Clark e Breslow. Os melanomas malignos >1,5mm de profundidade foram predominantes. Após tratamento cirúrgico, a taxa de sobrevida em oito anos relacionou-se com a espessura inicial do tumor: pacientes portadores de melanoma maligno com profundidade <0,76mm tiveram 100% de sobrevida sem doença, enquanto naqueles que apresentavam profundidade >3,5mm, a sobrevida sem doença foi de 36,4% (p=0,0479). A medida da profundidade segundo Breslow mostrou-se fator prognóstico melhor do que os níveis de Clark. CONCLUSÃO – Os dados confirmaram a importância do diagnóstico precoce e enfatizaram a realização de programas específicos para alertar e instruir a população na autodetecção de lesões de pele, já que apenas 10% dos casos, neste estudo, foram tratados durante a fase inicial da neoplasia.
Palavras-chave: MELANOMA, NEOPLASIAS CUTÂNEAS, PROGNÓSTICO
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ISSN-e 1806-4841