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Volume 76 Número 1
Artigo de revisão
Mapeamento e biópsia do linfonodo sentinela no melanoma cutâneo estágios I e II: revisão da literatura
Lymphatic mapping and sentinel node biopsy for stage I and II cutaneous melanoma: review of literature
RONALDO O. DA SILVA1, GERSON JUNQUEIRA JR.2, RENATO L. AMARAL3, BERNARDO S. VOLKWEIS4, ALNEI N. SOARES4, SÉRGIO G. HENRIQUES4, MARCELO I. KLEIN4, FERNANDA DUARTE5
1Mestrando em Cirurgia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
2Mestre em Cirurgia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
3Professor Titular, Departamento de Cirurgia, Faculdade de Medicina - UFRGS.
4Acadêmico, Faculdade de Medicina - UFRGS.
5Acadêmica, Faculdade de Medicina, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Recebido em 4.10.1999. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 9.11.2000. Trabalho realizado no Serviço de Cirurgia Geral (Grupo de Tumores Endócrinos Mesenquimais e Melanoma Cutâneo), Hospital de Clínicas de Porto Alegre - HCPA - RS.
Correspondência:
Ronaldo O. da Silva
Rua Dr. Florêncio Ygartua, 439
Porto Alegre RS 90430-010
Tel: (51) 233-3692 / 9122-2324
"E-mail":ronaldopress@hotmail.com
*Fundamentos:* A melhor abordagem de pacientes com melanoma cutâneo estágios I e II (American Joint Comitte on Cancer) é bastante controversa. Uma conduta intermediária entre a linfadenectomia eletiva (LE) e a observação consiste no mapeamento e biópsia do linfonodo sentinela (LS), proporcionando uma abordagem seletiva à linfadenectomia. *Objetivos:* Revisar a indicação e técnica do mapeamento e biópsia do LS no tratamento do melanoma cutâneo estágios I e II. *Revisão:* A técnica é indicada para pacientes cujo índice de Breslow seja maior que 1mm, o de Clark maior que III, apresentem melanoma ulcerado, com sinais histológicos de regressão ou com localização no tronco, na cabeça ou no pescoço. Obviamente não é indicada para pacientes com linfadenopatia regional metastática. Os melhores resultados com a técnica dependem da realização adequada de suas diferentes etapas: a. mapeamento linfático pré-operatório, pela linfocintilografia; b. mapeamento transoperatório, preferencialmente com a técnica combinada do corante azul e linfocintilografia com detector gama portátil, e biópsia do LS; e c. avaliação anatomopatológica (AP) adequada. *Conclusão:* A técnica de mapeamento e biópsia do LS avalia com elevada acurácia o estado histológico da cadeia linfática regional e acrescenta várias vantagens sobre a LE, conquanto ainda não existam estudos consistentes comparando a sobrevida dos pacientes submetidos à linfadenectomia seletiva e a outras abordagens. Os resultados relacionados ao sucesso da técnica são promissores, apesar de o seguimento desses pacientes estar em fase de estudos.
Palavras-chave: EXCISÃO DO GÂNGLIO LINFÁTICO, GÂNGLIOS LINFÁTICOS, METÁSTASES LINFÁTICAS, NEOPLASIAS CUTÂNEAS., MELANOMA
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ISSN-e 1806-4841